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segunda-feira, julho 07, 2003
De volta a vidinha, banal. Acordo, banho, escova de dentes (dele), roomeite, metro, emprego. Sera que toda vida é banal? Sempre?
Fora aqueles momentos, quando a gente atravessa a rua e divide um sorriso cumplice; ou quando a gente acorda, e ele se espreguiça do nosso lado, e diz que nao quer sair dali; ou quando a gente ve aquela onda no mar, e percebe que tudo vale a pena.
Mas o resto do tempo, banalidade.
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