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segunda-feira, agosto 18, 2003
India ...
Calor e umidade, ar condicionado gelado.
Miséria nas ruas, riqueza cultural e histórica milenar.
Pimenta, pimenta, pimenta. Até no café da manha.
Rostos escuros tăo lindos, grandes olhos pretos sempre olhando, vendo tudo.
Saris coloridos, sedas finas, mesmo nas mulheres mais pobres, mendigas.
Mulheres maravilhosas, fortes, cheias de corágem.
Homens ao volante, sempre, com bigodes grossos.
Ruas esburacadas, lamentas, cheias de possas.
Transito louco, que de laguma maneira, funciona.
Buzinas, o tempo todo, sempre.
Hindi, Urdu, Ingles, e mais centenas de outros dialetos.
Arte. Antiga, nos museus, e artesanato nas ruas.
Biris para fumar, bindis para colar na testa, bangles nos pulsos, tatuagens de henna na pele.
E panos, tantos panos. Para pendurar, vestir, usar. Todos coloridos, bordados, finos, trançados.
Chuvas do monsoon, sol fortíssimo.
Poeira, lama.
Religiăo. Muitas, diferentes, em todo lugar. Vivendo em harmonia quase sempre. Lado ŕ lado.
Guardinhas para verificar sua passagem, bagagem, cartăo de embarque, foto, quarto, caminho, telefone celular, material eletrônico...
Lambretas, transportando famílias inteiras, sem capacete.
Sorrisos lindos, sabedoria nos olhos de um povo que entende as contradiçőes de sua cultura.
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