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terça-feira, agosto 19, 2003


Raiva. Uma raiva forte, imensa, que toma conta de mim. Raiva que faz mal pro corpo, pra alma, pro humor. Porque tenho que sentir essas coisas? Eu só quero paz, paz, paz. Vivo pedindo paz. Mas năo adianta. A raiva toma conta. Eu tinha todas as boas intençőes. Resolvi voltar da India zen, calma, sem grilos. Mas năo deu. Chego em casa, meu computador está com um vírus, a descarga está quebrada, o meu chăo lindo de madeira está cheio de manchas, alguém dormiu na minha cama, e a porra da minha hervinha da felicidade sumiu. E ontém, chegando do trabalho, a minha porta estava presa com a corrente. Eu chego em minha casa, e năo posso entrar. Tenho que tocar a campaínha da minha própria casa, e esperar as pessoas acordarem.
Nada disso é muito sério. Nada de grave. Năo devia me afetar dessa maneira. Mas năo aguento mais. Năo aguento acordar todas as noites, de madrugada, porque as pessoas năo săo capazes de andar dentro de casa em silęncio. As pessoas năo săo capazes de abrir e fechar um porta sem bate-la. Năo aguento mais.
Quero viver, sentir emoçőes por coisas interessantes, coisas grandes, importantes. Năo por banalidades idiotas, e falta de respeito, falta de consideraçăo. A vida é muito curta para passá-la se preocupando por idiotices dessa maneira.
Mas năo adianta. Minha paz năo existe.




Bruna 9:52 AM



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