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quarta-feira, maio 12, 2004
Voltei pra Paris, pro trabalho, pra vida, pro metro, pra capoeira.
No trabalho, o povo está se levando muito ? sério. Um pedaço de papel, um telefonema, virou tudo quest?o de vida ou de morte. N?o existe mais senso de humor, n?o existe mais amizade ou respeito.
? noite fui pra capoeira. Cantamos, dançamos, suamos muito. E as coisas se colocam de volta ? seus devidos lugares. A gente entende que tudo é relativo, e que todo esse stress n?o é necessário e n?o resulta em nada. Engraçado como precisamos do corpo pra poder entender a cabeça.
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