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quarta-feira, setembro 01, 2004
Voltei á correr no parque ontém, depois de alguns meses de falta total de qualquer tipo de exercício físico. Não corri muito, porque não tinha lá muito fôlego. Dei uma voltinha básica no lago. Faz bem, mesmo sendo pouca coisa. Meus pobres músculos não sentiram muito, mas botei um montão de oxigênio no fundão do pulmão. E transpirei. E encontrei meus coleguinhas de corrida. Algum dia, não sei por quê, resolvi conversar com um moço que corria por lá. Sou patética. Sou capaz de dar qualquer informação que me perguntarem sobre a minha pessoa: nome, endereço, telefone, tamanho do calçado, do sutiã, comida preferida, e onde comprei meu colchão. Depois, claro, me arrependo amargamente. Vou correr no parque, (o que jáo não é uma atividade muito glamour) e quando estou toda cor-de-rosa, suada e esbaforida, vem um "amiguinho" me comprimentar. Estava se esticando, com o pé lá em cima da cerca.
- Salut, Bruna!
(Grito muito alto, e nem um pouco discreto).
Dei um sorrizinho, e passei reto. Mas ele veio atrás.
- Posso correr com você?
Deusmelivreeguarde! Sou uma coisa muito feia correndo. E a última coisa que quero nesses moments é compania. Muito menos de um ilustre desconhecido esquisito. Foi o que expliquei, gentilmente, ao "amigo".
- E a capoeira, vai bem????
- Capoeira?!?!?!!!!
Então eu dei mais informaçõo do que eu pensava. Dei um sorrizinho amarelo, e disse que já estava indo embora. Daí sim corri. Bastante. Até chegar em casa...
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